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Continue reading →: Jantar a Doiis
(Este post foi publicado originalmente em www.joanabelarmino.zip.net) Sentada, sozinha, na minha sala de jantar, comia satisfeita minhas adoráveis rodelas de inhame com peito de frango assado, quando de repente ele veio sem aviso, vestido de distância,e como quem pega ao acaso um pedaço de pão, recomeçou aquela nossa…
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Continue reading →: Mundo Conectado
A física quântica falou em universos paralelos, mas eles estão aqui mesmo. Desenrolam-se por entre as têias cibernéticas, há tanto rumor, tanta fotografia, indicialidades de uma cibervida conectada. A teoria Geral dos sistemas falou em ˜estados possíveis. Na estrada cibernética, todos os estados são possíveis, confirmam-se, tematizam o mundo editado…
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Continue reading →: a Essência do “Farninzim”
(Este post foi publicado originalmente em www.joanabelarmino.zip.net) As vezes, no meio da tarde, minha mãe soltava uma de suas frases históricas, enquanto varria com virulência os ciscos da nossa infância. As frases não tinham nada de retórica; pequenos queixumes embrulhados em poucas palavras; O mais importante naquela pequena trouxa…
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Continue reading →: Vigília
(Este post foi publicado originalmente em http://www.joanabelarmino.zip.net) Sexta-feira, 2 de dezembro, e, de repente, como uma picada na língua, uma saudade imensa do meu pai. A lembrança mais forte é a dos tempos em que ele era segurança noturno da Concisa. Vigia das suas próprias lembranças, no silêncio das noites,…
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Continue reading →: Ciberativismo e cidadania nas redes sociais
Este artigo é resultado da minha comunicação no #Mídiacidadã2013, realizado em Curitiba, no período de 6 a 8 de agosto. Leia, e, se utilizar em algum trabalho, por favor indique a fonte.
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Continue reading →: Instantâneo Noturno
O vento inventa seus apitos de infäncia na minha vidraça, na rua, um guarda assombra seu medo com um apito de brinquedo. Minha noite, mal começada, espreme suas horas em bits e bits. Instantâneos de um quadro que não foi pintado, com o mar, lá ao fundo, a borrifar os…
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Continue reading →: Garota 5.0
Este cantinho é para conversar com você, garota 5.0, que às vezes acorda se sentindo lá das cavernas, outras vezes, vai dormir com a cabeça nas nuvens. Se chegamos aos 5.0, é porque fizemos muitas sestas, marcamos muitos gols, palmilhamos muitos e muitos caminhos, corremos com os lobos ou nos…
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Continue reading →: O longo aboio
Quando eu e o meu pai deixamos de nos falar, naquela semana de maio de 1993, ele não passava de um amontoado de células, músculos e pele, encharcados de medicamentos, na UTI do hospital de Bayeux, meu pai a tocar às portas da eternidade, eu, presa a um profundo sentimento…
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Continue reading →: Se você me ouvisse
Minha homenagem a Mayara Maia, uma longa carta, escrita com poucas palavras, algumas em cada um desses dias em que esteve em coma. Uma carta para que seus familiares guardem no coração, já que o coração da querida Mayara parou de bater.
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Continue reading →: Quando nasce um jornalista
(Minha homenagem aos graduados em Jornalismo da UFPB, período 2013.1). Nem sempre pode se dizer que seja um acontecimento sísmico, tampouco algo semelhante a uma tempestade solar. Nada de roda de samba, distribuição de doces, choro alto.
