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Continue reading →: As Dez Horas de Festim na Ilha do Descalébrio
Por esses dias, estive toda entregue aos processos que sacodem o país, reviram seus valores, amortalham suas crenças. Participei da manifestação do dia 13, convicta do duro sermão crítico que o governo da presidente Dilma Rousseff precisa ouvir, mas ciente de que havemos que juntar nossas forças, a fim de…
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Continue reading →: Minha Crônica para Asafe e Outras Hashtags da Desesperança
Nome, Asafe William Costa Ibrahim. Idade, nove anos. Moradia, Baixada Santista, Rio de Janeiro. Estado atual, assassinado por uma bala perdida. Quando, fevereiro de 2015. Quando chegou lá, no seu novo infantário, Asafe já sabia que brincariam com seu nome. a atendente que o recebeu, sorriu para o menino e…
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Continue reading →: Uma Longa Nota de Melancolia
Não tenho nada alegre para lhe contar. Eu poderia inventar números e cifras, poderia, por artifício de palavras leves, inventar uma crônica amena. Não posso fazer isso, quando a vida reboa inapelavelmente nos trilhos do presente, com todas as sílabas da sua tragédia. Juro que eu queria estar sentada aqui,…
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Continue reading →: Revista âncora: Um Legado da UFPB para o Jornalismo Paraibano
Âncora, Revista Latino americana de Jornalismo é o mais novo periódico científico da UFPB, destinado a produzir reflexões sobre o jornalismo, suas práticas, seus produtos, seus profissionais, seu permanente estado de crise e de mudanças. Lançada hoje para a comunidade universitária e os profissionais do jornalismo paraibano, âncora é um…
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Continue reading →: A Pauta da Água e o seu Tardio Valor de Noticiabilidade
O jornalismo moderno alimenta-se do presente. E, desse presente, destaca os fatos que pulsam com mais veemência. Se quisermos, os fatos que gritam, que sangram, os fatos que ficam bem nas telas, nas manchetes, os fatos que fisgam o leitor, como se possuíssem uma espécie de cola super…
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Continue reading →: O Pêndulo da Mídia
O título da coluna de hoje é uma brincadeira que faço, lembrando a clássica obra “O Pêndulo de Foucault. Trago à cena a cobertura da grande mídia dos primeiros dias do segundo mandato da presidenta Dilma Rousseff. O “Manchetômetro”, importante ferramenta de pesquisa criada pelos estudiosos da comunicação da Universidade…
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Continue reading →: Quando o Riso se Transmuta em Silêncio
As vezes acomete-me esse silêncio, esse hiato, essa espécie de deserção do mundo dos que explicam, interrogam, refletem, incitam, mobilizam, argumentam, renegam, avaliam, desprezam, compreendem e tantas mais ações nesse mundo coberto e recoberto por símbolos. Foi o que aconteceu após os aterradores eventos vividos na França da semana passada.…
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Continue reading →: O Natal Chegou
O natal chegou, e veio rápido, tão rápido que sequer deu tempo da gente se desembaraçar das lembranças do natal passado, do ano passado, e, pasmem, esse ano já é passado também. O natal chegou, feito um caminhão enfeitado, atrelado dos seus presentes, dos seus slogans, dos seus enfeites, das…
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Continue reading →: A Cara da Morte
Falei muitas vezes sobre essa personagem em nossas colunas. Por artes de uma licença literária, dei-lhe mãos, pernas, dei-lhe a ciência da ocupação permanente. Inventei-lhe expressões faciais, fala articulada, ainda que lacônica. Presumi-lhe jornadas longas ou curtas, sempre certeiras. Não, a morte não tem uma cara. Sequer dedos erguidos, pernas…
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Continue reading →: E se não Tivéssemos Pedido Bis?
Acabara-se a primeira parte do concerto. A pianista, toda de branco, deixou o palco, enquanto os aplausos ribombavam. Ela voltou, fez outra referência e então, começamos a aplaudir como se pedíssemos “mais um”, num ritmo frenético de mãos unidas. Juliana D-agostini sentou-se novamente ao piano e então assistimos impressionados ao…
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Continue reading →: “Por que dilma mata as Pessoas”?
Guardei essa história, esperando que os ânimos esfriassem um pouco, mas ela ficou aqui dentro, pedindo pra ser contada. Foi assim: No domingo do segundo turno, no final da manhã, depois de todos termos votado, eu e minha família decidimos ir almoçar num restaurante do centro da cidade. Adentrávamos ao…
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Continue reading →: Latitudes: Aqui vou eu!
Chegou como um presente de natal antecipado, e já nasceu sob o signo da revolução. Revolução no formato, revolução no pequeno-grande agrupamento que congregou, até mesmo revolução arquitetada do lugar de onde partiu. Latitude foi mesmo gestada como um ato de ousadia. Ao modo de apanhar pássaros à mão, com…
