Instantâneos
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Uma silenciosa Tempestade
A Silenciosa Tempestade Joana Belarmino As ondas do meu silêncio, indo e vindo, são como lágrimas, caindo no mar de dentro. Lágrimas que vão se juntando, compondo a sinfonia triste dessa tempestade de não poder ter te dito adeus. Não sei se você disse adeus A alguém. Acho que despedidas não estavam nos seus planos… Continue reading
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Voltamos!
O Barrados no Braille voltou, depois de pendências financeiras resolvidas com o WordPress. Voltamos para narrar nosso país, para fertilizar a esperança, e sobretudo para fazermos o que sempre fizemos: Crítica de mídia e muito mais! Aguardem meus posts! Continue reading
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Então é Assim
As vezes me pego a escrever de pronto, esparramando as palavras na área de edição, sem me preocupar com bordas, partes superior e inferior, tudo direto, como numa conversa de mesa de depois do almoço, e nem almocei ainda. O domingo estira-se como um gato preguiçoso na minha varanda, a #Alexa toca músicas contemporâneas, daquelas… Continue reading
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Bate-Pronto
Quem de nós nunca fez um bate-pronto? Chegar em casa, prender o cabelo, juntar feijão, farofa, ovo e servir cantando aquelemisturequê dos deuses?? Ou então aquela mistura geladinha, no meio da tarde, com guaraná, leite condensado, goiabada e biscoito maria? E o bolo de chocolate, receita da minha amiga Lalá, leite, manteiga e chocolate aquecido,… Continue reading
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Coisas de Uma Infância Antiga
Ela tinha brincadeiras tão estranhas, que pareciam vir de uma infância muito antiga, pareciam escorregar de um tempo onde não havia religião, nem dogmas, nem anteparo de palavras duras. Como se, de uma matéria entre líquida e plástica, ela fosse inventando coisas que eu nunca tinha visto. Um dia, me lembro, estávamos brincando perto do… Continue reading
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Gentivas
Arranco das palavras, a sombra pálida do que quero dizer, mas só exponho ao mundo, gengivas nuas, esgarçadas. Continue reading
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O Mundo Cinza
Um muro, uma gente assombrada, mensagens eletronicas feito pílulas de medo. O mundo cinza apaga a liberdade. Continue reading
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Ter, Ter, Ter…
Tem coisas que eu não preciso ter. Descobri que gosto de não ter. Não preciso ter, em tese. Tenho na nuvem. É assim. Tenho muitos cds que dificilmente ouço. Tirar da caixa, ligar o player, tocar. Minhas mãos vivem a inércia/ocupação de estar clicando, sobrevoando. Encontro meus cds na nuvem, coloco pra tocar, uma playlist,… Continue reading
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A Gramática da Maldade
Algumas palavras nunca deveriam ter sido inventadas. Não deveriam ter espaço nas páginas amarelas dos dicionários, assentadas entre verbos, substantivos, interjeições e conjunções. Não deveriam sequer figurar entre as frases bem articuladas dos âncoras de televisão, tampouco deveriam ser escritas daquele modo inteligível nos receituários, nos prontuários, grafadas nos boletins de ocorrência, derramadas quase à… Continue reading
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Banho de domingo
A chuva desaba sobre a cúpula do dia, lava a cidade, como se fora um moleque muito sujo de tanta vadiage.m Continue reading
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Infância Eterna
Porque a morte não é senão, essa imensa planura, onde o silêncio deita-se para dormir sua infância eterna, isenta de sentidos. Continue reading